04 Julho 2022, 03:25

Bactéria ‘Xylella Fastidiosa’ detetada em Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira

Mundo Atual Administrator

Agora que chegou aqui…

Ao longo do último ano, o MUNDO ATUAL tem conquistado cada vez mais leitores.
Nunca quisemos limitar o acesso aos nossos conteúdos, ao contrário do que fazem outros órgãos de comunicação, e mantivemos sempre todas as notícias, reportagens e entrevistas abertas para que todos as pudessem ler.
Mas precisamos do seu apoio. Para que possamos, diariamente, continuar a oferecer-lhe a melhor informação, não só nacional como local, assim como para podermos fazer mais reportagens e entrevistas do seu interesse.
O MUNDO ATUAL é um órgão de comunicação social independente e isento. E acreditamos que para que possamos continuar o nosso caminho, que tem sido de sucesso e de reconhecimento, é importante que nos possa ajudar neste caminho que iniciámos há um ano.
Desta forma, por tão pouco, com apenas 1€, pode apoiar o MUNDO ATUAL.

Obrigado!

A bactéria ‘Xylella Fastidiosa’ foi detetada em quatro locais nos concelhos de Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira, na Área Metropolitana do Porto, indicou a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

“Foi confirmada a presença da bactéria em quatro novos locais, nos concelhos de Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira. A subespécie da bactéria até agora identificada é a ‘Xylella Fastidiosa subsp. Multíplex ST7”, lê-se num despacho divulgado pela DGAV.

PUB – CONTINUE A LER A SEGUIR



Até agora, as plantas identificadas nesta zona abrangem géneros e espécies como ‘acácia longifólia wild’, ‘aspargus acutifolius’, ‘strelitzia reginae’, ‘salvia rosmarinus spenn’ e ‘prunus persica’.

Perante a deteção de novos casos foi alargada a zona demarcada e destruídos os vegetais abrangidos pelas zonas infetadas, “após a realização de um tratamento adequado contra a população de potenciais insetos vetores”.

Foi também proibida a plantação nas zonas infetadas, bem como o movimento para fora desta zona e a comercialização em feiras e mercados, nesta zona, de qualquer vegetal destinado a plantação, suscetível à subespécie desta bactéria.

“Pode ser excecionalmente autorizada a produção e comercialização dentro das zonas tampão, após avaliação dos pedidos de autorização apresentados por fornecedores devidamente licenciados pela DGAV, e de plantas pertencentes aos géneros e espécies suscetíveis à subespécie da bactéria”, ressalvou.

Em causa está uma bactéria transmitida pelo inseto ‘Philaenus spumarius’ (vulgarmente conhecido como cigarrinha-da-espuma), que se alimenta do xilema das plantas e cujo ciclo se inicia na primavera.

A bactéria afeta um elevado número de espécies de plantas ornamentais e também espécies de culturas como a oliveira, a amendoeira, a videira ou a figueira.

Em 18 de janeiro de 2019, Portugal informou oficialmente a Comissão Europeia da presença da bactéria ‘Xylella fastidiosa’ em plantas de lavanda no jardim de um ‘zoo’ em Vila Nova de Gaia, no Porto, conforme disse à Lusa, na altura, uma fonte comunitária.

Sem comentários

deixar um comentário