18 Janeiro 2022, 02:02

Câmara do Porto disponibiliza gratuitamente testes antigénio em seis locais

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

A Câmara do Porto vai disponibilizar gratuitamente, a partir de amanhã, testes de antigénio em seis locais entre a zona da Ribeira e a baixa da cidade, foi hoje anunciado.

A autarquia afirmou que seis locais avançam já amanhã com a testagem gratuita à comunidade.

Através da POC Medical Care, os testes de despiste à Covid-19 vão estar disponíveis na Rua do Infante D. Henrique (nº85), na Rua das Carmelitas (nº162) e na Rua das Flores (nº332).

Nestes três locais, a testagem de despiste à Covid-19 poderá ser feita das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 20h00 de domingo a quarta-feira. Já de quinta-feira a sábado, os testes podem ser feitos das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00.

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Já através do Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa, os testes de antigénio podem ser realizados na Praça de Parada Leitão das 12h00 às 02h00, na Trindade (no edifício Domus das 07h30 às 24h00) e numa tenda na Praça D. João I das 10h00 às 24h00.

Numa publicação no seu site, a Câmara do Porto esclarece que, além destes centros de testagem, outros irão abrir na cidade durante os próximos dias.

O executivo aprovou, por unanimidade, a disponibilização gratuita de 100 mil testes de antigénio à população até ao final do ano.

Com esta medida, a autarquia pretende “garantir que a quadra natalícia é vivida em segurança e, ao mesmo tempo, contribuir para que a atividade económica se mantenha em alta”, quando o teste negativo é obrigatório entrar em bares, discotecas, atividades culturais e desportivas, por exemplo.

Município aprova restituição do provedor do cidadão com deficiência

A autarquia ratificou ainda com o voto contra dos seis vereadores do movimento do independente Rui Moreira, uma proposta socialista que visa restituir o provedor do cidadão com deficiência.

A proposta tinha como objetivo restituir a provedoria do inquilino municipal e a do cidadão com deficiência, instrumentos que o PS acredita resultarem “em melhorias concretas na vida dos munícipes”.

O documento foi, contudo, votado separadamente, tendo a provedoria do inquilino municipal sido chumbada pelo executivo, com o voto contra do movimento independente (cinco vereadores e o autarca) e três abstenções (duas do PSD e uma da vereadora independente).

Na discussão do tema, o presidente da Câmara disse, recorrendo a informações presentes no relatório do provedor do inquilino, que “58% dos que procuravam aquele provedor não eram inquilinos municipais”.

“Havia uma enorme confusão do que era este provedor”, salientou, acrescentando que a autarquia continua a ter um gabinete dedicado às pessoas com deficiências e incapacidades e que esse trabalho “não se deve confundir”.

Já o vereador social-democrata Vladimiro Feliz disse entender que a figura do provedor do cidadão “deve ser representada pelo presidente da câmara” e a figura do inquilino pelo “vereador da habitação”.

“Existe um gabinete, técnicos e gestores que podem assegurar essa relação. É uma obra e legado que nos orgulhamos de ter deixado na cidade”, observou, acrescentando, contudo, que a figura do provedor do cidadão com deficiência “não está muito enraizada na cidade”.

O vereador Sérgio Aires, do BE, também concordou com a proposta, à semelhança da vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, que disse ser “favorável” à recuperação das provedorias.

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