17 Agosto 2022, 05:41

Chanceler alemão promete pressão do G7 sobre Putin até acabar a guerra

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Agora que chegou aqui…

Ao longo do último ano, o MUNDO ATUAL tem conquistado cada vez mais leitores.
Nunca quisemos limitar o acesso aos nossos conteúdos, ao contrário do que fazem outros órgãos de comunicação, e mantivemos sempre todas as notícias, reportagens e entrevistas abertas para que todos as pudessem ler.
Mas precisamos do seu apoio. Para que possamos, diariamente, continuar a oferecer-lhe a melhor informação, não só nacional como local, assim como para podermos fazer mais reportagens e entrevistas do seu interesse.
O MUNDO ATUAL é um órgão de comunicação social independente e isento. E acreditamos que para que possamos continuar o nosso caminho, que tem sido de sucesso e de reconhecimento, é importante que nos possa ajudar neste caminho que iniciámos há um ano.
Desta forma, por tão pouco, com apenas 1€, pode apoiar o MUNDO ATUAL.

Obrigado!

PUB – CONTINUE A LER A SEGUIR



O chanceler alemão, Olaf Scholz, assegurou hoje ao Presidente ucraniano que o G7 “continuará a aumentar a pressão” sobre Vladimir Putin até que termine a guerra que o líder russo iniciou na Ucrânia.

“Como G7, mantemo-nos unidos com a Ucrânia e continuaremos a apoiá-la. Para tal, todos temos de tomar decisões difíceis, mas necessárias”, escreveu Scholz na rede social Twitter, citado pela agência francesa AFP.

“Vamos continuar a aumentar a pressão sobre Putin. Esta guerra deve terminar”, acrescentou, referindo-se ao conflito na Ucrânia que a Rússia iniciou ao invadir o país vizinho, em 24 de fevereiro.

A declaração de Scholz foi divulgada depois de Volodymyr Zelensky ter discursado por videoconferência perante os líderes do grupo das sete nações mais industrializadas, que estão reunidos em cimeira em Elmau, nos Alpes alemães.

A intervenção de Zelensky abriu o segundo dia da cimeira do G7, em que participam, além da Alemanha, os líderes do Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, bem como da União Europeia (UE).

Sem comentários

deixar um comentário