25 Maio 2022, 15:15

Covid-19: Açores com 1.387 novos casos e um óbito nas últimas 24 horas

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Ponta Delgada, Açores, 29 jan 2022 (Lusa) — Os Açores registam hoje 1.387 novos casos de covid-19, o óbito de um homem de 91 anos de Angra do Heroísmo e 51 doentes internados, nove dos quais em cuidados intensivos, revelou a Autoridade Regional de Saúde.


Com a morte assinalada no boletim diário daquela entidade, relativo às últimas 24 horas, sobe para 57 o número de óbitos no arquipélago devido à pandemia de covid-19.


A Região tem hoje 11.765 casos positivos ativos, sendo 8.461 em São Miguel, 2.266 na Terceira, 334 no Faial, 276 no Pico, 260 em São Jorge, 68 na Graciosa, 60 nas Flores e 40 em Santa Maria.


Apenas a ilha do Corvo não regista infeções por SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.


Quanto aos novos 1.387 novos casos positivos de covid-19 diagnosticados nas últimas 24 horas, resultam de 3.886 análises.


Segundo a autoridade de saúde, 870 novos casos foram identificados na ilha de São Miguel, 272 na Terceira, 75 em São Jorge, 71 no Faial, 59 no Pico, 17 na Graciosa, 12 nas Flores e 11 em Santa Maria.


Relativamente à distribuição das infeções por concelhos, em São Miguel foram registados 428 novos casos em Ponta Delgada, 217 na Ribeira Grande, 73 em Vila Franca do Campo, 66 no Nordeste, 46 na Lagoa e 40 na Povoação.


Na ilha Terceira, foram diagnosticados 161 novos casos no concelho de Angra do Heroísmo e 111 no da Praia da Vitória.


Em São Jorge, há 66 novos casos positivos no concelho de Velas e nove no concelho da Calheta.


O Faial registou 71 novos casos positivos no concelho da Horta.


No Pico, há 41 novos casos positivos no concelho da Madalena, nove no concelho das Lajes e nove no concelho de São Roque.


A Graciosa registou 17 novos casos positivos no concelho de Santa Cruz.


A ilha das Flores tem 10 novos casos positivos no concelho de Santa Cruz e dois no concelho das Lajes.


Em Santa Maria há 11 novos casos positivos no concelho de Vila do Porto.


Estão hoje internadas 51 pessoas, mais uma do que na sexta-feira.


Quanto aos doentes internados em Cuidados Intensivos, são nove, mais dois do que na sexta-feira.


No Hospital do Divino Espírito Santo, em São Miguel há 35 doentes (seis em cuidados intensivos).


No Hospital de Santo Espírito da Terceira estão nove pacientes (dois em cuidados intensivos).


Sete doentes estão no Hospital da Horta, no Faial (um em cuidados intensivos).


Nas últimas 24 horas foram registadas 1.103 recuperações.


“Faleceu um homem de 91 anos no Hospital de Santo Espírito da Terceira, vítima da covid-19. Era residente na freguesia de São Bento, concelho de Angra do Heroísmo. Estava internado desde o dia 15 de janeiro e não estava vacinado”, descreve a Autoridade Regional de Saúde.


O mais recente recorde diário de novos casos na região diz respeito a quinta-feira, altura em que foram identificados 1.997 novos casos positivos de covid-19 e 10.434 infeções ativas.


Desde 31 de dezembro de 2020 e até quarta-feira, 206.456 pessoas tinham nos Açores a vacinação primária completa (87,3% da população) e 81.792 tinham recebido a dose de reforço (34,6%).


A região contabiliza um total de 33.666 casos de infeção por covid-19 desde o início da pandemia, 21.561 recuperados e 57 óbitos, segundo as autoridades de saúde açorianas.


As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados em relação à pandemia, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da Direção-Geral da Saúde.


A covid-19 provocou mais de 5,63 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.788 pessoas e foram contabilizados 2.507.357 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.


A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.



ACG //


Lusa/fim

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