30 Janeiro 2023, 19:01

Covid-19: Autoridades timorenses anunciam seis novos casos

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Díli, 09 fev 2021 (Lusa) — O Ministério da Saúde timorense anunciou hoje seis novos casos positivos da covid-19, todos cidadãos indonésios, entre eles uma pessoa que entrou ilegalmente, denunciada pela família e entregue às autoridades para ficar em quarentena.


A coordenadora adjunta da força-tarefa para a Prevenção e Mitigação da covid-19, Odete da Silva Viegas, explicou que cinco dos novos casos são da mesma família, sendo que um dos quais é funcionário na Embaixada da Indonésia em Díli.


A família, com passaporte de serviço diplomático, entrou em Timor-Leste na fronteira terrestre no final de janeiro e estava em quarentena.


O sexto caso é de uma mulher de 34 anos que entrou ilegalmente na fronteira, tendo conseguido viajar de mota até Díli onde, à chegada, foi denunciada pela família às autoridades e levada para quarentena em Tibar.


“O caso foi denunciado pela própria família assim que ela chegou a Díli no passado dia 28. Foi levada de imediato para quarentena em Tibar e está em curso a análise dos contactos e a investigação ao caso”, referiu.


Todos os seis novos casos, com idades entre os 71 e os 29, estão assintomáticos, tendo sido transferidos para isolamento em Vera Cruz, Díli, onde estão agora 28 pessoas, a que se soma um 29.º em isolamento no enclave de Oecusse Ambeno.


Do total de 28 pessoas em Vera Cruz, 13 são estrangeiros e os restantes são timorenses.


Desde o inicio da pandemia, Timor-Leste registou 86 casos da covid-19, a grande maioria importados e assintomáticos, sem que tenha havido casos graves.


Atualmente, há ainda 288 pessoas em quarentena e 123 em auto-quarentena, estando 115 ainda à espera de conhecer o resultado a testes realizados.


A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.316.812 mortos no mundo, resultantes de mais de 106 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.


 


ASP // JMC


Lusa/FIm


 

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