03 Julho 2022, 23:55

Covid-19: Espanha regista mais de 300.000 novas infeções e supera os nove milhões de casos

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Madrid, 24 jan 2022 (Lusa) — A Espanha superou hoje os nove milhões de casos de covid-19, ao ter registado 305.432 novos contágios e 253 mortos desde sexta-feira, segundo os últimos dados distribuídos pelo Ministério da Saúde espanhol.


O total de casos de covid-19 notificados no país desde o início da pandemia, há dois anos, é agora de 9.280.890 e já morreram 91.994 pessoas devido à doença.


A incidência acumulada dos contágios de covid-19 em Espanha desceu 37 pontos nos últimos três dias, de 3.418 casos (sexta-feira) para 3.381 (hoje) por 100.000 habitantes, notificados nas últimas duas semanas.


As comunidades autónomas com maior velocidade de contágios são as da Catalunha (5.402), Múrcia (5.184), Navarra (4.959) e Aragão (4.952).


O número de doentes hospitalizados aumentou hoje para 19.617 (eram 18.675 na sexta-feira), o que corresponde a 15,8% da ocupação de camas hospitalares, encontrando-se 2.261 pacientes nas unidades de cuidados intensivos (2.202 na sexta-feira) que ocupam 23,9% das camas desses serviços.


A pressão hospitalar, medida através da percentagem de ocupação de camas de doentes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos, é maior nas comunidades da Catalunha (43%) e de Aragão (32%).


O Ministério da Saúde espanhol também informou hoje que 38,24 milhões de pessoas já estão totalmente vacinadas contra a covid-19 (90,7% da população com mais de 12 anos) e que 39,06 milhões têm pelo menos uma das doses do fármaco (92,6%).


A covid-19 provocou 5.593.747 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse (AFP).


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.


A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.



FPB // SCA


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