06 Fevereiro 2023, 22:27

Covid-19: Governo de Macau lança ronda de testes rápidos para toda a população

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Macau, China, 30 nov 2022 (Lusa) — O Governo de Macau anunciou hoje que toda a população terá de realizar um teste rápido de antigénio, durante três dias consecutivos, depois de terem sido detetados cinco casos de covid-19 desde segunda-feira.


O Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus disse que, a partir de hoje e até sexta-feira, a população, com exceção das crianças com menos de 03 anos, terá de carregar a imagem com o resultado do teste, que pode ser feito em casa, numa plataforma ‘online’.


Em comunicado, o Centro, sob a tutela dos Serviços de Saúde, sublinhou que quem não fizer o teste rápido ficará com o código de saúde digital de cor amarela, o que impossibilita o acesso à maioria dos espaços públicos em Macau.


A ronda de testes foi decidida depois de as autoridades terem detetado quatro casos de covid-19, em familiares de um taxista de 74 anos, infetado após transportar turistas da China continental.


Na última ronda de testes de ácido nucleico a toda a população, em 04 e 05 de novembro, não foi detetado qualquer novo caso de covid-19 entre mais de 725 mil pessoas.


Por outro lado, a partir de hoje passou a ser permitida a vinda para Macau de pessoas com covid-19, mas cujos resultados dos testes sejam os chamados ‘fracos positivos’, “uma vez que não existe um risco de contágio”, de acordo com o Centro.


Ao contrário do que acontece para quem entra pela fronteira com a China continental, quem chega do estrangeiro, de Taiwan ou de Hong Kong continua a ser obrigado a cumprir uma quarentena de cinco dias num quarto de hotel, seguido de três dias de isolamento, que pode ser feito em casa.


Macau, que segue a política de ‘casos zero’ imposta por Pequim, enfrentou em junho e em julho o pior surto de covid-19 desde o início da pandemia, com as autoridades a decretarem um confinamento parcial.


Desde o início da pandemia, a região administrativa especial chinesa registou seis mortos e mais de 2.700 casos, incluindo assintomáticos.



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