20 Setembro 2021, 06:39

Covid-19: Guiné-Bissau ultrapassa seis mil casos de infeção e já vacinou mais de 80 mil pessoas

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Bissau, 14 set 2021 (Lusa) — A Guiné-Bissau atingiu no domingo 6.022 casos de infeção pelo novo coronavírus e vacinou mais de 80 mil pessoas, indicou hoje o Alto Comissariado contra a Covid-19, na apresentação do boletim semanal da evolução epidemiológica.


O balanço apresentado pela alta comissária, Magda Robalo, refere que entre 006 a 12 de setembro foram realizados 1.615 testes, dos quais 120 revelaram-se positivos, com 69 em Bissau, a zona mais afetada na Guiné-Bissau, e dois casos em Quinara, no sul.


Até 12 de setembro, 5.144 pessoas foram dadas como recuperadas da doença, 125 pessoas morreram devido a complicações derivadas da covid-19, num balanço acumulado desde que a doença foi oficialmente declarada na Guiné-Bissau em março de 2020.


Atualmente registam-se 747 casos ativos de infeção na Guiné-Bissau, explicou ainda Magda Robalo.


A médica voltou a exortar a população guineense, particularmente as pessoas do sexo feminino, para se vacinarem.


Magda Robalo pediu também aos responsáveis das escolas para respeitarem as medidas de prevenção bem como a reforçarem a sensibilização dos alunos e incluindo os professores sobre a prevenção da pandemia de covid-19.


O Governo da Guiné-Bissau renovou o estado de calamidade à saúde pública por mais um período de 15 dias, tendo levantado o recolher obrigatório e a cerca sanitária regional devido à diminuição do número de casos de novas infeções e de óbitos.


O balanço semanal do Alto Comissariado reconheceu a redução de casos de infeção e de mortes por covid-19, no mundo, em África e na Guiné-Bissau.


A covid-19 provocou pelo menos 4.636.530 mortes em todo o mundo, entre mais de 225,18 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.



MB // LFS


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