18 Janeiro 2022, 00:42

Covid-19: Incidência em Espanha sobe para mais de 217 casos

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Madrid, 01 dez 2021 (Lusa) — A incidência de covid-19 em Espanha aumentou hoje para 217,1 casos por 100.000 habitantes, com 10.536 novas infeções, enquanto a pressão hospitalar nas unidades de cuidados intensivos subiu para 7,76%.


Segundo a atualização do Ministério da Saúde espanhol, o indicador da velocidade de transmissão da doença passou de 208,5 casos (terça-feira) para 217,1 (hoje) por cada 100.000 habitantes diagnosticados nos últimos 14 dias.


Por outro lado, o país registou 10.536 novos casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, tendo os serviços de saúde notificado mais 28 mortes atribuídas à doença durante o mesmo período.


O número total de casos notificados em Espanha desde o início da pandemia é de 5.174.720 e já morreram 88.080 pessoas devido à doença.


Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais de todo o país 595 pessoas com covid-19 e o número de doentes hospitalizados subiu para 3.957 (eram 3.847 na terça-feira), o que corresponde a 3,18% das camas ocupadas.


Destes, 741 estão em unidades de cuidados intensivos (713 na terça-feira), ocupando 8,07% das camas desses serviços.


O Ministério da Saúde espanhol também informou hoje que 37,62 milhões de pessoas já estão totalmente vacinadas contra a covid-19 (89,3% da população alvo), e 38,36 milhões têm pelo menos uma das doses do fármaco (91,1%).


De acordo com novas instruções das autoridades espanholas de Saúde sobre deteção e cuidados a prestar, os contactos estreitos com pessoas infetadas com a variante Ómicron devem ser colocados de quarentena, mesmo que estejam totalmente vacinadas, assim como os casos de contactos em que se suspeite da presença desta variante.


A covid-19 provocou pelo menos 5.214.847 mortes em todo o mundo, entre mais de 262,26 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.


Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.



FPB // CC


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