21 Outubro 2021, 02:16

Covid-19: Inutilização de 78 doses de vacinas no Hospital das Caldas da Rainha sob investigação

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Caldas da Rainha, Leiria, 01 mar 2021 (Lusa) — O Centro Hospitalar do Oeste confirmou hoje a abertura de um inquérito para apurar as circunstâncias da inutilização de 78 doses de vacinas contra a covid-19, alegadamente por avaria do sistema de frio no Hospital das Caldas da Rainha.


Questionado pela agência Lusa o Centro Hospitalar do Oeste (CHO) confirmou “a inutilização de 13 frascos de vacina contra a covid-19”, o equivalente a 78 doses, destinadas à vacinação de profissionais.


De acordo com o conselho de administração do CHO, as vacinas foram inutilizadas depois de no dia 19 ter sido detetado, no Hospital das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, “um registo anormal de temperatura no interior do equipamento de frio usado para as acondicionar, por aparente avaria do frigorifico”.


Num mail enviado às redações, o conselho de administração refere que já foi deliberada a abertura de um “processo de inquérito para averiguar o sucedido”, aguardando a conclusão do mesmo para disponibilizar informações mais concretas sobre a inutilização das vacinas.


A Lusa tentou, sem sucesso, obter mais esclarecimentos.


O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, tendo uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos das Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra. Estes concelhos dividem-se entre os distritos de Lisboa e Leiria.


A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.531.448 mortos no mundo, resultantes de mais de 114 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


Em Portugal, morreram 16.351 pessoas dos 804.956 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.



DA // VAM



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