04 Dezembro 2021, 06:22

Covid-19: Japão doa 600 mil euros para melhorar gestão da cadeia de frio de vacinas em Moçambique

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Maputo, 30 abr 2021 (Lusa) — O Governo do Japão doou mais de 723 mil dólares (600 mil euros) a Moçambique para melhorar a gestão da cadeia de frio de vacinas no país, anunciou hoje a embaixada nipónica em Maputo.


O montante é parte de uma doação de cerca de 39 milhões de dólares (32 milhões de euros) para países africanos, da América Latina e Caraíbas que sofrem os impactos do novo coronavírus, refere a embaixada do Japão em comunicado.


“Esta assistência fornecerá a Moçambique e outros países, equipamentos de gestão da cadeia de frio, incluindo equipamento médico para assegurar a vacinação em cada país”, destaca o Japão.


Segundo o Governo japonês, o valor vai permitir a criação de instalações de armazenamento, sistemas de refrigeração e transporte da vacina contra o novo coronavírus, considerando que assegurar um acesso equitativo da vacina a nível mundial é “um desafio comum para comunidade internacional”.


“O Japão continuará a estender o apoio à distribuição de vacinas a todas as pessoas no mundo, com vista a conter a covid-19 o mais rápido possível”, frisou.


Moçambique já recebeu vacinas da China, Índia e através do mecanismo Covax, uma iniciativa que visa fornecer vacinas contra a covid-19 a 20% da população de quase 200 países e territórios participantes.


Segundo as autoridades de Saúde, estão em processo mecanismos do setor privado e do Governo, através do orçamento do Estado, para aquisição de novas vacinas, prevendo-se receber, até ao fim do ano, cerca de seis milhões de doses.


O país tem um total acumulado de 814 mortos e 69.917 casos, dos quais 94% recuperados e 43 internados.


A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.168.333 mortos no mundo, resultantes de mais de 150,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.



LYN // PJA


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