26 Janeiro 2022, 14:45

Covid-19: Mais de 3,5 milhões já receberam reforço da vacina

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Lisboa, 13 jan 2022 (Lusa) — O número de pessoas com o reforço da vacina contra a covid-19 em Portugal continental ultrapassou os 3,5 milhões, com mais 83.415 inoculações nas últimas 24 horas.


De acordo com relatório da vacinação contra a covid-19 e contra a gripe, divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), já receberam a dose de reforço contra o novo coronavírus 3.580.978 pessoas.


Na quarta-feira, foram vacinadas no continente, contra a covid-19 (esquema primário completo e reforço) e contra a gripe 94.504 pessoas.


Com a vacinação primária completa contra a covid-19 estão 8,7 milhões de pessoas.


Com a dose de reforço estão vacinadas 90% das pessoas com 80 ou mais anos, 91% dos que têm entre 70 e 79 anos, 79% das pessoas entre os 60 e os 69 anos, e 47% das pessoas na faixa etária entre os 50 e os 59 anos.


Em relação à vacina da gripe, a DGS indica que Portugal já administrou mais de 2,5 milhões de vacinas, desde o dia 01 de setembro do ano passado.


Desse número de vacinas, contabilizado até ao fim do dia de quarta-feira, cerca de 483 mil foram administradas em farmácias.


“Segundo os dados disponíveis, nos últimos meses foram vacinados contra a gripe cerca de 1.765.600 utentes com idade igual ou superior a 65 anos, aproximadamente 188 mil em farmácias”, especifica a DGS, que em comunicado reforça o apelo para que as pessoas se vacinem.


A covid-19 provocou 5.511.146 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.203 pessoas e foram contabilizados 1.774.477 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.


Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.



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Lusa/fim

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