26 Janeiro 2022, 20:25

Covid-19: Ocupação hoteleira em Macau fixa-se em 44,6% em outubro

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Macau, China, 30 nov 2021 (Lusa) – A taxa de ocupação hoteleira média foi de 44,6%, em outubro, em Macau, ou menos 4,9 pontos percentuais, em termos mensais, mas de mais 4,8 pontos percentuais, em termos anuais, foi hoje anunciado.


A diminuição em termos mensais deveu-se à descida de 63,9% no número de turistas, devido à aplicação de medidas restritivas nas fronteiras entre a cidade chinesa de Zhuhai e Macau, indicou a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).


Em outubro, os 116 hotéis e pensões abertos ao público, menos três relativamente ao mesmo mês do ano passado, hospedaram 444 mil pessoas, mais 1% em comparação com o período homólogo de 2020, indicou a DSEC em comunicado.


O número de hóspedes da China foi de 340 mil, o que representa uma descida de 5,6% em comparação a novembro de 2019, enquanto o número de hóspedes locais, 78 mil, registou uma subida de 35,6% em termos anuais, referiu.


Entre janeiro e outubro, a taxa de ocupação média dos quartos foi de 49,9%, ou mais 25,3 pontos percentuais, relativamente ao período homólogo do ano anterior, de acordo com o mesmo comunicado.


Assim, os hotéis e pensões de Macau receberam 5.480.000 hóspedes, mais 94,3%, em comparação com os primeiros 10 meses de 2020.


O território registou apenas 77 casos de covid-19 desde o início da pandemia e, à exceção da China, continua a manter fortes restrições fronteiriças e exige quarentenas à entrada que podem durar 35 dias.


A covid-19 provocou pelo menos 5.197.718 mortos mortes em todo o mundo, entre mais de 260,81 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.430 pessoas e foram contabilizados 1.144.342 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.


A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.


Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.



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