07 Dezembro 2021, 14:28

Covid-19: Pandemia já matou 2,6 milhões de pessoas no mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 09 mar 2021 (Lusa) — A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.600.802 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais às 11:00.


Mais de 117.063.380 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.


Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país até as 11:00 e excluem as revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.


Na segunda-feira, 6.498 novas mortes e 299.273 novos casos foram registados em todo o mundo.


Os países que registaram o maior número de novas mortes em seus mais recentes levantamentos são o Brasil, com 987 novas mortes, os Estados Unidos (749) e a França (359).


Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 525.816 mortes para 29.045.448 casos, de acordo com levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 266.398 mortes e 11.051.665 casos, o México, com 190.923 óbitos (2.130.477 casos), a Índia com 157.930 mortes (11.244.786 casos) e o Reino Unido com 124.566 óbitos (4.223.232 casos).


Entre os países mais atingidos, a República Checa é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 207 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Bélgica (192), Eslovénia (187), Reino Unido (183) e Montenegro (173).


A Europa totalizou hoje, às 11:00, 878.311 mortes para 38.809.591 casos, a América Latina e Caribe 700.441 mortes (22.146.374 casos), os Estados Unidos e Canadá 548.074 mortes (29.934.008 casos), a Ásia 260.291 mortes (16.408.214 casos), o Médio Oriente 106.668 mortes (5.756.502 casos), a África 106.064 mortes (3.975.834 casos) e a Oceania 953 mortes (32.862 casos).


Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.


O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detetados.


Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).



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