03 Dezembro 2021, 03:30

Covid-19: Pandemia já matou pelo menos 4,94 milhões de pessoas em todo o mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 24 out 2021 (Lusa) — A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 4.941.032 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse.


Mais de 243.270.300 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.


Desde sexta-feira até hoje, registaram-se 14.453 mortes e 876.990 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.


No sábado, morreram 86.072 infetados e foram contabilizados 394.025 novos casos de covid-19.


Os países que registaram mais mortes nesse dia foram a Rússia (1.072), os Estados Unidos (590) e a Índia (561).


Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 735.801 mortes e 45.427.539 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 605.457 mortes e 21.723.559 casos, a Índia, com 454.269 mortes (34.175.468), o México, com 286.259 mortes (3.781.661 casos) e a Rússia, com 230.600 mortes (8.241.643 casos).


Entre os países mais atingidos, o Peru é o que regista o maior número de mortes em relação à sua população, com 607 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido pela Bósnia (345), Macedónia do Norte (338), Bulgária (331), Montenegro (328), Hungria (316) e República Checa (315).


Em termos de regiões do mundo, a América Latina e Caraíbas totalizam 1.514.642 mortes para 45.718.783 casos, a Europa 1.373.413 mortes (72.449.471 casos), a Ásia 862.678 mortes (55.455.754 casos), os Estados Unidos e Canadá 764.541 mortes (47.124.343 casos), África 216.752 mortes (8.465.317 casos), o Médio Oriente 206.339 mortes (13.814.060823 casos) e a Oceânia 2.667 mortes (242.573 casos).


O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).


Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.


 


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