09 Dezembro 2022, 23:56

Covid-19: Pandemia já matou pelo menos 5.122.675 pessoas em todo o mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 18 nov 2021 (Lusa) — A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 5.122.675 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Presse (AFP).


Mais de 254.952.650 pessoas foram infetadas, até à data, pelo coronavírus SARS-CoV-2 em todo o mundo, de acordo com o balanço feito pela agência noticiosa francesa até às 11:00 de hoje, com base em fontes oficiais.


Na quarta-feira, registaram-se 8.756 mortes e 585.377 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.


Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram os Estados Unidos (1.630), a Rússia (1.251) e a Ucrânia (752).


Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 767.435 óbitos e 47.420.139 casos, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 611.851 mortes e 21.977.661 casos, a Índia com 464.623 mortes (34.478.517 casos), o México com 291.573 mortes (3.851.079 casos) e a Rússia com 260.335 mortes (9.219.912 casos).


Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 609 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bulgária (384), Bósnia (370), Montenegro (355), Macedónia do Norte (354), Hungria (337) e República Checa (297).


Em termos de regiões do mundo, América Latina e Caraíbas totalizam 1.532.375 mortes por 46.369.226 casos, Europa 1.470.455 mortes (79.735.622 casos), Ásia 886.427 mortes (56.642.051 casos), Estados Unidos e Canadá 796.838 mortes (49.174.514 casos), África 221.100 mortes (8.572.380 casos), Médio Oriente 212.393 mortes (14.169.999 casos) e Oceânia 3.0873 mortes (288.866 casos).


Este balanço é feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.



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