18 Outubro 2021, 09:04

Covid-19: Pandemia já matou quase 3,5 milhões de pessoas em todo o mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 26 mai 2021 (Lusa) — A pandemia de covid-19 já fez pelo menos 3.487.457 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, em dezembro de 2019, segundo o balanço diário da agência francesa AFP.


Mais de 167.754.610 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.


Na terça-feira, registaram-se 11.663 mortes e 546.169 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.


Os países que registaram mais mortes nesse dia foram a Índia (4.157), o Brasil (2.173) e os Estados Unidos (644).


Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 590.941 mortes e 33.166.511 casos, segundo dados da universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 452.031 óbitos e 16.194.209 casos, a Índia, com 311.388 óbitos (27.157.795 casos), o México, com 221.960 óbitos (2.399.790 casos) e o Reino Unido, com 127.739 mortos (4.467.310 casos).


Entre os países mais atingidos, a Hungria é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 306 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pela República Checa (281), Bósnia (279), Macedónia do Norte (256) e Bulgária (252).


Em termos de regiões do mundo, a Europa totaliza 1.126.789 mortes para 52.579.556 casos, a América Latina e Caraíbas 1.015.601 mortes (32.150.596 casos) e os Estados Unidos e Canadá 616.243 mortes (34.530.266 casos).


A Ásia regista um total de 457.739 mortes (35.190.406 casos), enquanto o Médio Oriente soma 141.069 mortes (8.476.600 casos), a África 128.920 mortes (4.779.337 casos) e a Oceânia 1.096 mortes (47.857 casos).


O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).


Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.



RJP // PMC


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