06 Dezembro 2022, 00:54

Covid-19: Pandemia já matou quase 4,18 milhões de pessoas em todo o mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 28 jul 2021 (Lusa) — A pandemia provocada pelo coronavírus já fez pelo menos 4.179.675 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse.


Mais de 195.244.860 pessoas foram infetadas pelo coronavírus responsável pela Covid-19 em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.


Na terça-feira, registaram-se 9.632 mortes e 617.588 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.


Os países que registaram mais mortes nesse dia foram a Indonésia (2.069), Brasil (1.333) e Rússia (798).


Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 611.288 mortes e 34.604.005 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 551.835 mortes e 19.749.073 casos, a Índia com 422.022 mortes (31.484.605 casos), o México com 239.079 mortes (2.771.846 casos) e o Peru com 196.058 mortes (2.106.371 casos).


Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 595 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Hungria (311), Bósnia (295), República Checa (284) e Macedónia do Norte (264).


Em termos de regiões do mundo, a América Latina e Caraibas totalizaram 1.362.970 mortes por 40.414.440 casos, Europa 1.197.706 mortes (57.835.508 casos), Ásia 654.883 mortes (44.050.491 casos), Estados Unidos e Canadá 637.848 mortes (36.031.922 casos), África 166.147 mortes (6.537.589 casos) ), Médio Oriente 158.777 mortes (10.296.312 casos) e Oceânia 1.344 mortes (78.602 casos).


O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).


Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.



RJP // ANP


Lusa/Fim

Tags

Sem comentários

deixar um comentário