07 Outubro 2022, 06:21

Covid-19: Pandemia matou pelo menos 5.300.591 pessoas em todo o mundo

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Paris, 12 dez 2021 (Lusa) – A pandemia de covid-19 fez pelo menos 5.300.591 mortos no mundo desde que a doença foi detetada em dezembro de 2019 na China, segundo um balanço diário da agência France-Presse (AFP).


Mais de 269.027.670 pessoas foram infetadas pelo coronavírus SARS-CoV-2 em todo o mundo no mesmo período, segundo o balanço da AFP, feito até às 11:00 de hoje, com base em fontes oficiais.


No sábado, registaram-se em todo o mundo mais 5.858 mortes e 448.760 novos casos.


Os países com o maior número de vítimas mortais no mesmo período, segundo os últimos relatórios disponibilizados, são a Rússia, com mais 1.132 mortes, a Índia (306) e a Ucrânia (238).


Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 797.179 óbitos para 49.884.588 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.


Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 616.744 mortes e 22.188.179 casos, a Índia, com 475.434 mortes (34.690.510 casos), o México, com 296.620 mortes (3.917.361 casos), e a Rússia, com 289.483 mortes (10.016.896 casos).


Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à população, com 612 mortes por 100 mil habitantes, seguido da Bulgária (424), Bósnia-Herzegovina (394), Hungria (377), Montenegro (374), Macedónia do Norte (371) e República Checa (322).


A Europa totalizou, até hoje às 11:00, 1.570.241 mortes e 88.928.884 casos, América Latina e Caraíbas 1.548.058 mortes (46.942.832 casos), Ásia 910.765 mortes (57.729.621 casos), Estados Unidos e Canadá 824.511 mortes (51.486.390 casos), África 224.420 mortes (8.878.949 casos), Médio Oriente 216.334 mortes (14.443.559 casos) e Oceânia 3.416 mortes (328.255 casos).


Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Os valores têm como base os balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país, mas excluem as revisões realizadas posteriormente por alguns organismos responsáveis pelas estatísticas.


A OMS estima que, tendo em conta a mortalidade direta e indireta ligada à covid-19, o balanço da pandemia pode ser duas a três vezes superior ao que é oficialmente divulgado.


Um número significativo de casos menos graves ou assintomáticos continua por detetar, apesar do aumento dos meios de despistagem adotados por vários países.


Devido a correções feitas pelas autoridades ou à publicação tardia dos dados, os números do aumento em 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.



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