26 Janeiro 2022, 20:17

Covid-19: Políticos ouvem hoje especialistas com o país a bater máximos de infeções

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Especialistas de saúde pública e políticos voltam a reunir-se hoje para avaliar a evolução da pandemia de covid-19, numa altura em que Portugal regista um aumento significativo de infeções devido à maior capacidade de transmissão da variante Ómicron.

Na reunião na sede do Infarmed, em Lisboa, apenas estarão presentes o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa, além da ministra da Saúde, Marta Temido, e dos especialistas.

Os restantes – representantes dos partidos, membros do Conselho de Estado ou parceiros sociais – vão participar na sessão por videoconferência.

A situação epidemiológica em Portugal será apresentada por Pedro Pinto Leite, da Direção-Geral da Saúde, enquanto João Paulo Gomes, do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), falará sobre a evolução da prevalência e transmissibilidade da variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2.

A Ana Paula Rodrigues, também do INSA, caberá apresentar dados sobre a gravidade da infeção e a eficácia das vacinas, seguindo-se Baltazar Nunes, do mesmo instituto, que explicará o cenário de impacto da Ómicron na população portuguesa.

As certezas e incertezas da pandemia é o tema que será abordado por Henrique Barros, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, cabendo a Andreia Leite, da Escola Nacional de Saúde Pública, expor os comportamentos e as perceções sociais durante o período das festas.

As recomendações para a gestão da pandemia estarão a cargo de Raquel Duarte, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, ao que se seguirá um ponto de situação da vacinação contra a covid-19 pelo coronel Carlos Penha-Gonçalves.

Este encontro no Infarmed, na véspera do Conselho de Ministros, ocorre numa altura em que a incidência de infeções com o coronavírus SARS-CoV-2 subiu para 1.805,2 casos por 100 mil habitantes e o índice de transmissibilidade (Rt) também registou um aumento, passando para 1,43.

 

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