23 Setembro 2022, 17:22

Covid-19: Reino Unido regista recorde diário de 218.724 novos casos  

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Londres, 04 jan 2022 (Lusa) – O Reino Unido registou mais 218.724 casos de infeção com covid-19, um novo recorde diário, pela primeira vez acima dos 200.000, e 48 mortes, de acordo com o quadro de dados oficiais hoje atualizado. 


No entanto, este valor inclui um período de quatro dias para a Irlanda do Norte e de dois dias para o País de Gales, devido ao atraso no processamento durante o Ano Novo, cujo feriado foi celebrado na segunda-feira.


Nos últimos sete dias, entre 29 de dezembro e 04 de janeiro, a média diária foi de 181.411 casos e de 130 mortes, o que corresponde a uma subida de 50,9% no número de infeções e de 51,8% no número de mortes relativamente aos sete dias anteriores.


Os internamentos de pessoas infetadas também têm estado a subir, mas os últimos dados são referentes a 31 de dezembro, quando estavam internadas 14.126 pessoas, 66% a mais do que sete dias antes. 


Desde o início da pandemia foram registadas no Reino Unido 148.941 mortes de covid-19, embora este número suba para 172.657 se forem contabilizadas todas as mortes que referem covid-19 na certidão de óbito, mas cuja infeção não foi confirmada. 


Atualmente, 59,8% da população britânica com mais de 12 anos já recebeu a vacinação de reforço, considerada importante para a melhorar a imunidade contra a variante Ómicron.


A covid-19 provocou 5.448.314 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.015 pessoas e foram contabilizados 1.460.406 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde de hoje.


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em diversos países.


Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.



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Lusa/Fim 


 

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