22 Outubro 2021, 20:22

Covid-19: Residentes da AML entre os que mais aderiram ao teletrabalho (23%) – Eurostat

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Bruxelas, 23 set 2021 (Lusa) — Quase um em cada quatro residentes na Área Metropolitana de Lisboa (23%) trabalharam a partir de casa em 2020, sendo dos europeus que mais aderiram à medida, em sexto numa escala regional, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.


Numa análise regional à adesão ao teletrabalho — adotado no âmbito do combate à pandemia da covid-19 — o gabinete estatístico da União Europeia (UE) revela que a região da capital finlandesa (Helsínquia-Uusimaa) registou a maior quota de teletrabalho em 2020 (37%).


No segundo e terceiro lugares da tabela estão duas regiões da Bélgica: Brabante Valónia (27%) e Bruxelas Capital (26%).


Em duas regiões de Dublin (Eastern e Midland) uma em cada quatro pessoas trabalharam de casa, a capital irlandesa em quarto lugar.


As regiões austríaca de Viena e a dinamarquesa de Hovedstaden ocupam o quinto lugar da tabela das capitais europeias (24% de pessoas em teletrabalho), seguidas da parisiense de Île-de-France, Utrchet na Holanda, Luxemburgo e a Área Metropolitana de Lisboa (23% cada).


O Eurostat adianta ainda que o número de pessoas a trabalhar a partir de casa subiu com a introdução das medidas de distanciamento social em resposta à pandemia da covid-19.


Em 2020, 12% das pessoas empregadas com idades compreendidas entre os 20 e os 64 anos na UE trabalhavam habitualmente a partir de casa, enquanto esta percentagem se manteve constante em cerca de 5% ou 6% durante a última década.


A covid-19 provocou pelo menos 4.705.691 mortes em todo o mundo, entre mais de 229,48 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.


Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.933 pessoas e foram contabilizados 1.063.991 casos de infeção confirmados, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.


A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.



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