07 Dezembro 2021, 00:17

Covid-19: Suíça doa 270 milhões de euros para países pobres terem vacina

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Genebra, 28 abr 2021 (Lusa) — A Suíça anunciou hoje que doará cerca de 270 milhões de euros à plataforma ACT-Accelerator, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para que países em desenvolvimento tenham acesso às vacinas, medicamentos e testes de diagnóstico da covid-19.


Este financiamento também visa fortalecer os sistemas de saúde locais, duramente atingidos pela pandemia do SARS-CoV-2.


“A Suíça tem grande interesse em ver o fim da pandemia de forma rápida e duradoura, mas isso não acontecerá a menos que a sua disseminação seja controlada e o seu impacto reduzido em todo o mundo”, declarou o Governo suíço num comunicado.


Nesse sentido, considerou que o surgimento de variantes mais contagiosas do SARS-CoV-2 põe à prova os esforços internacionais para conter a pandemia.


A Suíça já tinha feito uma contribuição de 67 milhões de euros para o ACT-Accelerator no ano passado.


“O combate ao vírus constitui um grande desafio para os países em desenvolvimento. Embora tenha havido um progresso considerável no desenho de testes, tratamentos e vacinas, o acesso a estes não é garantido de forma justa e em grande escala”, explicaram as autoridades suíças.


De acordo com as instruções das autoridades suíças, dos 270 milhões de euros comprometidos para 2021, um terço será destinado à aliança para vacinas GAVi.


O restante servirá para promover investigações e garantir acesso a diagnósticos e medicamentos, bem como ajudar os Ministérios da Saúde dos países pobres a melhorar a logística e distribuição de material e vacinas contra a covid-19 para que pessoas em áreas de crise ou remotas também possam proteger-se da doença.


A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.137.725 mortos no mundo, resultantes de mais de 148,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.



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