26 Outubro 2021, 13:54

Coronavírus: Vacinas da Moderna destinadas a profissionais do privado — Marta Temido

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

As vacinas contra a covid-19 desenvolvidas pela farmacêutica Moderna chegam a Portugal esta semana e vão ser alocadas a profissionais de saúde prioritários do setor privado, afirmou hoje a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Prevê-se que a companhia Moderna faça uma entrega de 8.400 doses esta semana, ainda em data a confirmar”, começou por dizer a governante, acrescentando: “Iremos afetá-las a profissionais de saúde prioritários de hospitais privados que têm colaboração com o SNS no tratamento e nas respostas a doentes covid”.

Em declarações aos jornalistas após uma reunião com a ‘taskforce’ responsável pela coordenação do processo de vacinação, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, Marta Temido adiantou ainda que está prevista uma segunda entrega da nova vacina — que se junta à da Pfizer-BioNTech na campanha de vacinação — para o dia 25 de janeiro.

Questionada sobre as diferenças entre as duas vacinas disponíveis nesta primeira fase de administração na população, a ministra da Saúde esclareceu apenas que a vacina da Pfizer pode ser administrada a pessoas a partir dos 16 anos e que a da Moderna ocorre em pessoas com mais de 18 anos, sendo seguida a recomendação de não haver alteração de marcas entre primeira e segunda doses.

Marta Temido fez ainda um balanço do processo de vacinação, no qual revelou que até ao final do dia de sexta-feira tinham sido “vacinadas 74.099 pessoas, entre profissionais do Serviço Nacional de Saúde, profissionais do hospital das forças armadas, profissionais do Instituto Nacional de Emergência Médica e profissionais e residentes em estruturas residenciais para idosos e unidades de cuidados continuados”.

Segundo a ministra, o país recebeu “159.900 vacinas Pfizer entre os dias 26 de dezembro e 04 de janeiro”, das quais cerca de 140.400 ficaram no continente — sendo que 67.160 foram distribuídas e 73.240 foram reservadas – e 19.500 seguiram para as regiões autónomas da Madeira e dos Açores.

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