22 Outubro 2021, 23:40

«Do Ferro ao Ouro» terá 139 espetáculos em Barcelos, Braga e Esposende

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O programa da viagem histórico-cultural «Do Ferro ao Ouro» prevê a realização de um total de 139 espetáculos, distribuídos pelos municípios de Barcelos, Braga e Esposende, entre os meses de junho e setembro.

Privilegiando a realização de eventos associados ao património, à cultura e a bens culturais, «Do Ferro ao Ouro» é um projeto que visa a divulgação e integração territorial, envolvendo criações, recriações, performances, experiências imersivas e reinterpretações e olhares que entrecruzam o contemporâneo e a história e o património do território.

Durante a apresentação do projeto, a vereadora da Cultura do Município de Esposende, Angélica Cruz, revelou que este projeto “proporciona uma viagem no tempo e no território, recorrendo a formatos múltiplos e multidisciplinares, potenciando a participação da população e o aumento de fluxos turísticos”.

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Armandina Saleiro, vereadora da Cultura do Município de Barcelos vincou “o desafio” que constituiu “criar um programa em rede e de qualidade, com o objetivo de envolver todos os grupos culturais e a população”.

Já Lídia Dias, da autarquia de Braga, destacou a importância do momento para o território, na medida em que “este tempo excecional abalroou os hábitos e rotinas associados à cultura e, através de um trabalho técnico de enorme qualidade, podemos apresentar programas tão ricos que atraiam público”.

«Do Ferro ao Ouro» pretende proporcionar “uma vivência ao longo dos tempos e da sua (re)descoberta e (re)interpretação, através do robustecimento da oferta turístico-cultural, potenciando a atração de fluxos turísticos crescentes, envolvendo, simultaneamente, a participação direta das comunidades locais, por um lado, através da extensa rede de parceiros e, por outro, privilegiará a mediação criativa e interação direta com o público, envolvendo ativa e diretamente as comunidades nos processos performativos”, informou a Câmara de Esposende, em comunicado.

O projeto assume-se como uma transmutação temporal e territorial dos percursos artísticos e históricos, deambulando pelo território do baixo Cávado, desde o período da idade do ferro ao esplendor áureo do período barroco.

“Uma programação intensa e heterogénea que se entrecruza no tempo e no espaço, envolvendo criações, recriações, performances, experiências imersivas e reinterpretações e olhares que entrecruzam o contemporâneo e a História e o Património do território, com contributos de excelência de diversas organizações, entidades e agentes culturais, profissionais e não profissionais, de diferentes origens e proveniências, de inquestionável qualidade e notoriedade”, descreveu a autarquia.

Serão realizadas 139 iniciativas no quadro da sua programação cultural,  sendo que 84% do total da programação decorrerá ao ar livre. A programação cultural distribui-se entre os meses de junho a setembro, num total de 30 dias.

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