06 Setembro 2022, 20:25

Eriksen ovacionado no regresso oficial aos relvados após a paragem cardíaca

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

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Uma longa ovação dos adeptos no estádio Brentford Community, em Londres, acolheu hoje o médio internacional dinamarquês Christian Eriksen, que regressou aos jogos oficiais oito meses após uma paragem cardíaca.

O treinador do Brentford, o também dinamarquês Thomas Frank, já tinha informado na sexta-feira que Eriksen deveria jogar alguns minutos e hoje cumpriu e lançou o compatriota a partir dos 52 minutos, para o lugar de Mathias Jensen.

Não foi um jogo com o resultado desejado para o Brentford, que ficou numa posição muito difícil a partir dos 11 minutos, com a expulsão do médio inglês Josh Dasilva e acabou por sair derrotado por 2-0, com golos de Joelinton (33 minutos) e Willock (44).

Eriksen, de 30 anos, entrou com o resultado praticamente feito, mas recebeu o carinho de todos os cantos do estádio, num demorado aplauso dos adeptos, mas também dos jogadores da equipa do Newcastle.

Este foi o primeiro jogo oficial do médio desde a paragem cardiorrespiratória que sofreu no Euro2020, no embate entre Dinamarca e Finlândia (0-1), em que caiu desamparado no relvado, aos 43 minutos.

Na ocasião, em 12 de junho, com um cordão de jogadores a proteger as imagens do que se estava a passar, foram as equipas médicas a reverter a situação clínica do médio, que, segundo o médico da seleção dinamarquesa, “esteve morto” durante uns momentos.

O jogo de hoje na Liga inglesa marca o regresso oficial do futebolista, embora há pouco mais de uma semana tenha estado num jogo particular do Brentford, jogando uma hora e assistindo num triunfo frente a um emblema do quinto escalão.

Eriksen chegou ao Brentford já em janeiro, depois de rescindir em dezembro o seu contrato com o Inter Milão, já que, desde o incidente no Europeu, usa um desfibrilhador, aparelho cardíaco que é proibido no futebol profissional italiano.

“Não sinto medo, não consigo sentir o meu desfibrilhador, então, se ele for atingido, sei que foi com a força suficiente”, assinalou o jogador à BBC, garantindo que não tem “medo dos desafios pela frente”, nem de “possíveis intimidações” dos adversários.

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