02 Dezembro 2021, 19:55

Festival de Artes de Macau regressa dois anos depois com orçamento de 2,2 ME

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Macau, China, 23 mar 2021 (Lusa) — O Festival de Artes de Macau regressa em maio, após uma interrupção forçada de dois anos devido à pandemia, e com um orçamento de 21 milhões de patacas (2,2 milhões de euros), anunciou hoje a organização.


“Há um ano, o Festival de Artes de Macau — quase pronto para subir ao palco — carregou no botão de pausa devido à situação global”, lembrou a presidente do Instituto Cultural na apresentação do programa.


Apesar de o festival ter como objetivo “construir uma plataforma de intercâmbio artístico internacional e para os artistas locais apresentarem as suas obras, oferecendo uma variedade de programas locais e estrangeiros”, o atual momento pandémico obrigou ainda assim a organização a “privilegiar as produções do interior da China e de Macau”, salientou Mok Ian Ian.


A iniciativa, que tem como tema “Reiniciar”, vai apresentar um total de 20 programas de teatro, dança, música e artes visuais, aliados ainda a ‘workshops’, visitas aos bastidores e à exibição de filmes.


O programa vai contemplar mais de 100 atuações e atividades do Festival Extra, uma extensão da iniciativa principal, que inclui palestras dadas por maestros, e através do qual se procura levar a arte à comunidade, dividindo-se em 18 atividades em 24 sessões.


A maioria das atividades é gratuita. O festival realiza-se de 30 de abril a 29 de maio. Os bilhetes ‘online’ vão estar disponíveis a partir de 28 de março.


Do Grupo de Dança e Teatro Jin Xing de Xangai, “uma das principais companhias de dança moderna da China”, às crianças da Escola de Teatro do Conservatório de Macau e jovens alunos do curso de Representação de Ópera Cantonense, a fusão das artes que integram o festival oferece ainda ao público espetáculos como “a singular produção de teatro em patuá”, uma língua crioula de base portuguesa, pela mão do grupo de Teatro Dóci Papiaaçám di Macau.



JMC // ROC



Lusa/fim

Sem comentários

deixar um comentário