22 Outubro 2021, 23:07

Festival Fringe de Macau decorre de 20 a 31 de janeiro com o tema “Todos somos Artistas”

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Macau, China, 16 dez 2020 (Lusa) – Dezoito programas e 17 atividades de extensão compõem o programa do 20.º Festival Fringe de Macau, que vai decorrer entre 20 e 31 de janeiro, com o tema “Todos somos Artistas”, foi hoje anunciado.


“Todos ao redor da cidade, os nossos palcos, os nossos espetadores, os nossos artistas” é o conceito que a edição deste ano põe em prática, chamando a comunidade a “expressar a sua criatividade” em exposições, ‘workshops’ e sessões de partilha, ao mesmo tempo que estende “para o mercado, bar e casa de chá” os locais dos espetáculos, “apresentando as produções que permitam evidenciar as características e os elementos culturais da cidade a partir de diferentes perspetivas”, indicou, em comunicado, o Instituto Cultural (IC) de Macau.


Dar uma oportunidade prática para produtores e curadores locais é um dos objetivos do Fringe, que apresenta “On Site” de Tracy Wong, com quatro espetáculos de dança, ‘workshops’ de dança e sessão de partilha, e “Todos Fest!” pela Associação de Arte e Cultura Comuna de Pedra, com três espetáculos, ‘workshops’ e seminários, destinados a idosos e pessoas com deficiência mental e física, expressando histórias de vida através da dança.


O programa inclui ainda Foco para — Libertar de Kathine Cheong e Sueie Che, que tenta associar ondas cerebrais a imagens e encoraja os participantes a estarem cientes dos momentos de foco e libertação, exibição de filmes clássicos de Stephen Chow e com 1991, da Associação de Arte e Cultura Comuna de Han-Ian.


Três criadores de diferentes áreas da arte, Lao Ka Hong, O Chi Wai e Akitsugu Fukushima, reúnem-se antes de fazerem 30 anos para se revelarem, interligando uma instalação visual com o corpo, som e imagem.


Entre as 17 atividades de extensão, como ‘workshops’, exposições, sessões de partilha, seminário, destaque para a conferência ‘online’ “Webconferência: Ligue-se aos Representantes dos Festivais”, em que três curadores estrangeiros do Fringe, Julian Caddy (Brighton), Rohit Chokhani (Vancouver) e Jo O’Callaghan (Adelaide) e um fundador do FringeReview, Paul Levy, partilham experiências de curadoria de um festival e exploram a relação entre arte, cidade, vida e emoção.


Noutra atividade, Fringe Chat, críticos do Interior da China e de Macau vão circular entre várias apresentações durante o festival e debater com o público e os artistas as características e o ritmo do Fringe.



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