22 Outubro 2021, 11:21

Festival Soam as Guitarras 2021 com reagendamentos e novos artistas

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Lisboa, 07 abr 2021 (Lusa) – O festival Soam As Guitarras, que celebra a arte e a tradição deste instrumento, decorrerá a partir de maio em quatro cidades, com uma programação que recupera alguns dos concertos de 2020, adiados por causa da pandemia.


A quinta edição, hoje revelada, contará com concertos em Oeiras, Évora, Póvoa de Varzim e Setúbal, repartidos entre maio e setembro.


Alguns dos concertos que estavam previstos inicialmente para 2020 e foram adiados para este mês, sofrem agora um novo reagendamento, tendo em conta que as salas de espetáculos só reabrirão a 19 de abril, segundo o plano de desconfinamento.


São os casos dos concertos na Póvoa de Varzim: a atuação da dupla Miramar passou de 15 de abril para 17 de junho, o concerto do guitarrista Manuel de Oliveira foi reagendado de 16 de abril para 18 de junho, e o de Mafalda Veiga passou de 17 de abril para 19 de junho.


O espetáculo “Os fadinhos do Godinho”, que o músico Sérgio Godinho criou para o Soam as Guitarras e que deveria acontecer esta quinta-feira, na Póvoa de Varzim, foi adiado para 20 de junho.


Em matéria de reagendamentos, o concerto dos Dead Combo a 21 de abril, em Setúbal, já esgotado, foi desdobrado em duas datas, a 29 e 30 de setembro.


A organização também anunciou hoje novas entradas no cartaz deste ano do Soam as Guitarras.


Em Setúbal, João Pedro Pais apresenta-se no Fórum Luísa Todi a 05 de maio, no dia seguinte atuará a cantora Nancy Vieira e, no dia 07, o guitarrista João Morais, que assina como O Gajo, estreará o álbum “Subterrâneos”.


Está ainda por revelar a parcela de concertos do Soam As Guitarras em Oeiras e a totalidade do programa de Évora, cidade onde está apenas confirmada a atuação de O Gajo, a 06 de maio.


“Com a missão de celebrar a arte da guitarra nas suas múltiplas abordagens e tradições”, o Soam As Guitarras “privilegia espaços intimistas, sejam auditórios, teatros, igrejas ou até adegas”, refere a organização.



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