09 Dezembro 2021, 05:24

Legislativas: BE mantém Catarina Martins e Mariana Mortágua a encabeçar listas de Porto e Lisboa

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Lisboa, 20 nov 2021 (Lusa) — A coordenadora bloquista, Catarina Martins, e a deputada Mariana Mortágua voltarão a ser cabeças de lista por Porto e Lisboa, respetivamente, nas próximas legislativas, deixando de ser candidatos os atuais deputados Jorge Costa, Maria Manuel Rola e Luís Monteiro.


Das propostas de listas a estes dois círculos eleitorais, às quais a agência Lusa teve acesso, são novidades em Lisboa a entrada do médico Bruno Maia como número três e Leonor Rosas em quinto, enquanto no Porto, como independente, Teresa Summavielle surge em quarto lugar e a atual deputada Isabel Pires em terceiro, mudando assim de distrito, uma vez que nas últimas legislativas concorreu por Lisboa.


No caso da proposta de listas de candidatos a deputados por Lisboa às eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro, esta foi aprovada pelo plenário de aderentes distrital na sexta-feira, estando a votação da do Porto marcada para domingo.


Depois, estas duas listas, juntamente com as dos círculos eleitorais restantes, terão todas de ser aprovadas na Mesa Nacional de dia 28 de novembro, daqui a uma semana, órgão máximo do partido entre convenções que irá dar luz verde também ao programa eleitoral com o qual os bloquistas se apresentam a estas eleições, um dia depois deste documento ser validado num encontro nacional para o efeito.


Assim, Mariana Mortágua, Pedro Filipe Soares, Bruno Maia, Beatriz Gomes Dias e Leonor Rosas compõem os primeiros cinco lugares da lista a Lisboa (em 2019 foram cinco os deputados que o BE conseguiu eleger por este círculo eleitoral). O atual deputado Jorge Costa deixa assim o parlamento.


Já no Porto, onde os bloquistas alcançaram quatro mandatos nas últimas eleições, a proposta apresenta Catarina Martins, José Soeiro, Isabel Pires e Teresa Summavielle, saindo Luís Monteiro e Maria Manuel Rola.


Nas eleições legislativas de 2019, o BE manteve-se como a terceira força política e os mesmos 19 deputados, com 9,52% dos votos, ou seja, menos 50 mil votos do que em 2015.



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