05 Fevereiro 2023, 08:54

Marcelo considera que vai ser preciso encontrar “formas financeiras” para prever situações de intempéries

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Agora que chegou aqui…

Ao longo do último ano, o MUNDO ATUAL tem conquistado cada vez mais leitores.
Nunca quisemos limitar o acesso aos nossos conteúdos, ao contrário do que fazem outros órgãos de comunicação, e mantivemos sempre todas as notícias, reportagens e entrevistas abertas para que todos as pudessem ler.
Mas precisamos do seu apoio. Para que possamos, diariamente, continuar a oferecer-lhe a melhor informação, não só nacional como local, assim como para podermos fazer mais reportagens e entrevistas do seu interesse.
O MUNDO ATUAL é um órgão de comunicação social independente e isento. E acreditamos que para que possamos continuar o nosso caminho, que tem sido de sucesso e de reconhecimento, é importante que nos possa ajudar neste caminho que iniciámos há um ano.
Desta forma, por tão pouco, com apenas 1€, pode apoiar o MUNDO ATUAL.

Obrigado!

PUB – CONTINUE A LER A SEGUIR



O Presidente da República considerou hoje que, apesar de a situação de intempéries atual ser “uma realidade nova”, vai ser necessário “encontrar formas financeiras” para prever situações equivalentes, incluindo quando são de “ocorrência muito anómala”.

Em declarações aos jornalistas à saída da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado sobre qual é o papel que as autarquias devem desempenhar junto das pessoas que estão a ser afetadas pelas intempéries.

Na resposta, o chefe de Estado referiu que estas condições meteorológicas são “uma realidade nova”, apesar de recordar que houve “tragédias grandes”, como as cheias de 1967 na região da Grande Lisboa, mas que ocorreram “num tempo que não é o atual”.

“Hoje, as pessoas acabam por esperar da parte dos poderes públicos o que se chama responsabilidade objetiva, quer dizer, mesmo que não tenham uma responsabilidade específica por aquilo que acontece, haver apoios que sirvam, como se diz também hoje, para mitigar, reduzir, aligeirar os danos sofridos”, afirmou.

Ao lado do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, o chefe de Estado referiu que se trata de “uma realidade em que estamos todos a aprender”, dando o exemplo de situações como a da pandemia e também das atuais intempéries.

Marcelo salientou que a aprendizagem com essas situações mostrou que “primeiro há que fazer o levantamento, para saber exatamente o que aconteceu e em que termos aconteceu, depois pensar na periodicidade com que acontece, e depois criar esquemas, a prazo, para encarar essas situações”.

“O que se tem feito é, pontualmente, haver atuações para o que é mais urgente, mas provavelmente o que vai ser preciso é encontrar formas financeiras para prever situações dessas, mesmo quando elas são de ocorrência muito anómala”, defendeu.

Sem comentários

deixar um comentário