08 Outubro 2022, 07:36

Óbito/Isabel II: Presidente angolano destaca “firmeza” da monarca que edificou “nação pujante”

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Luanda, 09 set 2022 (Lusa) — O Presidente angolano assinou hoje o livro de condolências pela morte da Rainha Isabel II, aberto da embaixada britânica em Luanda, considerando que a monarca se “destacou pela sua firmeza” e contribuiu para a “edificação de uma nação pujante”.


João Lourenço e a primeira-dama da República de Angola, Ana Dias Lourenço, renderam hoje homenagem à Rainha Isabel II, que morreu na quinta-feira aos 96 anos, manifestando sentidas condolências.


Para o Presidente angolano, o reinado de sete décadas da Rainha Isabel II “marcou para sempre o povo britânico, ao qual serviu, contribuindo para sua edificação como uma nação pujante, cujo processo serve de referência para todos os povos a nível global”.


No livro de condolências, João Lourenço escreveu que “este fatídico acontecimento deixa um enorme vazio no mundo e determina o fim da era de uma monarca que se destacou pelo seu dinamismo e firmeza”.


“E que entra para a história deixando um legado de estabilidade e união”, lê-se na nota, estendendo as condolências, em seu nome e do executivo.


A Rainha Isabel II morreu aos 96 anos no Castelo de Balmoral, na Escócia, após mais de 70 anos do mais longo reinado da história do Reino Unido.


Elizabeth Alexandra Mary Windsor nasceu em 21 de abril de 1926, em Londres, e tornou-se Rainha de Inglaterra em 1952, aos 25 anos, na sequência da morte do pai, George VI, que passou a reinar quando o seu irmão abdicou.


Após a morte da monarca, o seu filho primogénito assume aos 73 anos as funções de rei como Carlos III. angolano, à família enlutada e ao povo britânico.



DYAS // JH


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