17 Setembro 2021, 08:39

Presidente angolano em Nova Iorque para discutir situação da República Centro Africana na ONU

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Luanda, 21 jun 2021 (Lusa) – O Presidente angolano desloca-se hoje a Nova Iorque para participar na quarta-feira na sessão especial do Conselho de segurança das Nações Unidas convocada para avaliar a situação na República Centro Africana (RCA).


Segundo o secretário do Presidente da República para os Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa, Luís Fernando, o chefe de Estado angolano participa no encontro na qualidade de presidente da Conferência Internacional para a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), que lidera desde novembro de 2020.


“O Presidente João Lourenço ausenta-se do país por alguns dias para participar em prol da diplomacia africana, em prol da paz e da estabilidade dos Grandes Lagos, concretamente a situação de segurança que afeta há vários anos a República Centro Africana”, disse Luís Fernando à imprensa.


Na reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, João Lourenço vai fazer o ponto de situação “de tudo o que tem estado a ser feito sob liderança de Angola, no esforço coletivo de procura de paz e segurança da RCA.


O porta-voz do Presidente angolano sublinhou que em janeiro e abril deste ano foram realizadas, em Luanda, duas minicimeiras por iniciativa da presidência angolana da CIRGL, evento aos quais se juntam outras três reuniões dos ministros dos Negócios Estrangeiros de Angola, Ruanda e RCA, nos meses de maio e junho último, na cidade de Bangui, capital da RCA.


“Tudo isto [são] tentativas de se harmonizar ideias e posições para que se implemente um roteiro que, finalmente, conduza à paz naquele país, onde o Governo, entre outros grandes desafios, como o acosso de forças negativas, de diversas tendências, ideologias e matizes, tem ainda um drama de não poder adquirir armas, devido a um embargo decretado internacionalmente”, disse.


Luís Fernando frisou que o presidente da CIRGL tem advogado “abertamente para o fim desse embargo de armas”.



NME // SB


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