09 Setembro 2022, 07:01

Presidente da República pede atenção aos jovens particularmente castigados com pandemia e guerra

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

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O Presidente da República pediu hoje que nos próximos meses e anos haja atenção à juventude, assinalando que os jovens têm sofrido particularmente com a pandemia e a guerra, que se juntaram às alterações climáticas e à precariedade.

Numa mensagem a propósito do dia internacional da juventude, Marcelo Rebelo de Sousa deixou uma “palavra de esperança” aos jovens.

“Esperança quanto a estes meses que faltam [até ao final de 2022], mas sobretudo esperança relativamente aos anos que aí vêm, que sejam verdadeiros anos atentos à juventude, e atentos não é por favor, é que a juventude seja protagonista, como deve ser, na construção do seu futuro, e protagonista na política, na economia, na sociedade, na cultura. É esse o meu voto como cidadão e como Presidente da República”, declarou num vídeo publicado no sítio oficial da Presidência da República na internet.

O chefe de Estado assinalou que este ano europeu da juventude tem sido “largamente perdido na atenção que devia recair na juventude”.

“A pandemia e a guerra e os seus efeitos, e aquilo que ninguém sabe que poderá acontecer nos meses que vão até ao fim do ano, significam para a juventude piores condições do ponto de vista pessoal, comunitário, profissional, até diria, político ou cívico”, sustentou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, este ano “tem sido difícil para a juventude por todo o mundo”, que ainda vive a “ressaca da pandemia”, sublinhando que a juventude “tem pago a fatura das mais pesadas relativas à pandemia”, com os confinamentos e a instabilidade escolar, e, “como se não bastasse”, debate-se agora com “a guerra e os seus efeitos”.

“Tudo isso trouxe para os jovens maior precariedade, maior imprevisibilidade, mais complexas perspetivas de futuro”, considerou, argumentando que estas crises se somaram aos problemas com os quais os jovens já se debatiam, “a crise respeitante das alterações climáticas e à crise que vinha de trás e que tinha a ver com a precariedade e instabilidade”.

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