08 Setembro 2022, 05:57

Setecentos bombeiros integram Dispositivo de Prevenção e Intervenção Rodoviária no fim de ano

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Palmela, Setúbal, 31 dez 2021 (Lusa) — Cerca de 700 bombeiros vão estar envolvidos no Dispositivo de Prevenção e Intervenção Rodoviária (DIPR) da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) na operação deste final de ano, anunciou hoje a secretária de Estado da Administração Interna.


Patrícia Gaspar esteve no eixo rodoviário das vias A2, A6, IC1 e EN10 e destacou o envolvimento de todas as forças do Ministério da Administração Interna (MAI), ao acrescentar os bombeiros às iniciativas de PSP, da GNR e da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, sublinhando a colocação de 123 posicionamentos estratégicos de norte a sul do país.


“Estamos a falar do envolvimento de perto de 700 bombeiros que vão garantir duas missões fundamentais: visibilidade, ou seja, estão colocados em locais onde os condutores os veem e é um sinal para chamar a atenção para a questão da segurança; e também garantir uma maior rapidez na resposta caso haja algum acidente nas imediações destes pré-posicionamentos”, afirmou.


Perante o presidente da ANEPC, Duarte Costa, e o novo comandante do corpo de bombeiros de Águas de Moura (concelho de Palmela, distrito de Setúbal), Filipe Gomes, a governante reiterou que a redução da sinistralidade rodoviária é “um objetivo anual e permanente”, sublinhando que esta é uma mensagem para todos os portugueses.


“Há uma dimensão institucional e há uma dimensão do cidadão. E é esta questão da sensibilização que é fundamental: se todos nós alinharmos, conseguimos garantidamente alcançar a meta que já identificámos e que é muito ambiciosa, mas que é a única aceitável – zero mortos na estrada. As pessoas não têm de morrer na estrada. Morrer na estrada não tem de ser uma inevitabilidade”, explicou.


Com cinco vítimas mortais na operação de prevenção rodoviária do Natal, a secretária de Estado da Administração Interna mostrou-se expectante em relação a uma redução na operação de final do ano.


“Por ano morrem 400 pessoas na estrada e isso não é aceitável, de todo”, concluiu.



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