03 Julho 2022, 23:05

Ucrânia: Oligarca dos ‘media’ residente em Londres pede a Putin para terminar guerra

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

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O oligarca e magnata dos ‘media’ nascido na Rússia e residente no Reino Unido, Evgeny Lebedev, usou as páginas de um dos seus jornais para pedir ao Presidente russo, Vladimir Putin, que termine a invasão da Ucrânia.

A edição de hoje do jornal Evening Standard, de Londres, publica na primeira página uma declaração de Lebedev.

“Presidente Putin, por favor, pare esta guerra”, lê-se na primeira página do jornal, que tem em destaque uma imagem de médicos que lutam para salvar uma menina de seis anos vítima de um bombardeamento em Mariupol, a segunda maior cidade do Donbass (leste da Ucrânia).

“Como cidadão russo, peço-lhe que impeça os russos de matar os seus irmãos e irmãs ucranianos. Como cidadão britânico, peço-lhe que salve a Europa da guerra”, escreveu Lebedev, no texto publicado no jornal.

Lebedev, cujo pai, o também oligarca Alexander Lebedev, chegou a trabalhar para os serviços secretos da antiga União Soviética (KGB), tornou-se membro da Câmara dos Lordes (câmara alta do Parlamento do Reino Unido) em 2020.

Também os oligarcas Oleg Deripaska, aliado de Putin, e Mikhail Fridman, que está na lista de sanções dos Estados Unidos, pediram o fim da violência.

Enquanto isso, o empresário russo Roman Abramovich aceitou um pedido da Ucrânia para ajudar a mediar as conversações de paz com a Rússia, disse hoje uma porta-voz do proprietário do clube inglês de futebol Chelsea.

“Posso confirmar que Roman Abramovich foi contactado pelo lado ucraniano para apoio na obtenção de uma resolução pacífica, e que tem tentado ajudar desde então”, disse a porta-voz, citada pela televisão Al Jazeera.

A porta-voz recusou-se a comentar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, bem como o envolvimento de Abramovich, “considerando o que está em jogo”.

O envolvimento de Abramovich na mediação do conflito foi inicialmente noticiado pelo jornal britânico Jewish News, que disse que as autoridades ucranianas tinham contactado o empresário russo através dos seus contactos judeus na Ucrânia.

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