27 Setembro 2022, 17:41

Ucrânia: OMS denuncia 43 ataques contra instalações de saúde

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Agora que chegou aqui…

Ao longo do último ano, o MUNDO ATUAL tem conquistado cada vez mais leitores.
Nunca quisemos limitar o acesso aos nossos conteúdos, ao contrário do que fazem outros órgãos de comunicação, e mantivemos sempre todas as notícias, reportagens e entrevistas abertas para que todos as pudessem ler.
Mas precisamos do seu apoio. Para que possamos, diariamente, continuar a oferecer-lhe a melhor informação, não só nacional como local, assim como para podermos fazer mais reportagens e entrevistas do seu interesse.
O MUNDO ATUAL é um órgão de comunicação social independente e isento. E acreditamos que para que possamos continuar o nosso caminho, que tem sido de sucesso e de reconhecimento, é importante que nos possa ajudar neste caminho que iniciámos há um ano.
Desta forma, por tão pouco, com apenas 1€, pode apoiar o MUNDO ATUAL.

Obrigado!

PUB – CONTINUE A LER A SEGUIR



A guerra na Ucrânia já causou 43 ataques contra instalações de saúde, indicou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS) num novo balanço.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, mais de 300 instalações de saúde ucranianas estão na linha do conflito ou em áreas que a Rússia passou a controlar e outras 600 estão a 10 quilómetros da linha do conflito.

Na videoconferência de imprensa semanal da organização, Ghebreyesus pediu aos países doadores mais investimento para que os civis e os refugiados ucranianos recebam a assistência de que necessitam.

“Enormes quantias de dinheiro estão a ser gastas em armas”, criticou, assinalando que a OMS apenas obteve oito milhões de dólares (7,2 milhões de euros) de um total de 57,5 milhões de dólares (52,3 milhões de euros) de financiamento solicitado para a assistência sanitária à Ucrânia.

Até à data, a OMS enviou para a Ucrânia cerca de 100 toneladas de material médico, incluindo “kits” de transfusão de sangue, desfibrilhadores, insulina, oxigénio e anestésicos.

O diretor-executivo do Programa de Emergências em Saúde da OMS, Mike Ryan, sublinhou que ataques contra instalações de saúde na Ucrânia e noutras partes do mundo são “totalmente inaceitáveis” e violam o direito humanitário internacional.

De acordo com Ryan, não se trata apenas de “destruir edifícios”, mas de “destruir a esperança” de as pessoas serem tratadas.

Sem comentários

deixar um comentário