02 Julho 2022, 12:12

Ucrânia: PM britânico Boris Johnson visita Polónia e Estónia

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Londres, 28 fev 2022 (Lusa) – O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, desloca-se na terça-feira à Polónia e à Estónia, dois países europeus afetados pela crise na Ucrânia, e vai visitar as tropas britânicas mobilizadas no leste europeu, foi hoje divulgado.


Na Polónia, onde têm chegado dezenas de milhares de refugiados ucranianos, Johnson vai oferecer apoio diplomático e financeiro, tendo previsto um encontro como o seu homólogo polaco, Mateusz Morawiecki.


Na Estónia vai encontrar-se com a primeira-ministra estónia, Kaja Kallas, e com o Presidente, Alar Karis.


O líder britânico estará igualmente com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, também a realizar uma deslocação à Estónia, com o qual vai visitar as tropas britânicas destacadas naquele país, em Tapa, perto da fronteira com a Rússia.


“Partilhamos valores que são mais importantes do que nunca preservar, à medida que a situação humanitária piora”, afirmou o chefe do Governo britânico antes de partir, citado num comunicado.


Juntamente com os aliados, Boris Johnson prometeu continuar a exercer “pressão máxima sobre o regime de Putin” para garantir que o Presidente russo “sinta as consequências das suas ações na Ucrânia”.


A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev.


A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e quase 500 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldávia e Roménia.


O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.


O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.



BM // SCA


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