30 Setembro 2022, 01:26

Ucrânia: “Tudo o que for legítimo fazer, a comunidade internacional fará” – Presidente da República

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Agora que chegou aqui…

Ao longo do último ano, o MUNDO ATUAL tem conquistado cada vez mais leitores.
Nunca quisemos limitar o acesso aos nossos conteúdos, ao contrário do que fazem outros órgãos de comunicação, e mantivemos sempre todas as notícias, reportagens e entrevistas abertas para que todos as pudessem ler.
Mas precisamos do seu apoio. Para que possamos, diariamente, continuar a oferecer-lhe a melhor informação, não só nacional como local, assim como para podermos fazer mais reportagens e entrevistas do seu interesse.
O MUNDO ATUAL é um órgão de comunicação social independente e isento. E acreditamos que para que possamos continuar o nosso caminho, que tem sido de sucesso e de reconhecimento, é importante que nos possa ajudar neste caminho que iniciámos há um ano.
Desta forma, por tão pouco, com apenas 1€, pode apoiar o MUNDO ATUAL.

Obrigado!

PUB – CONTINUE A LER A SEGUIR



O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que “tudo o que for legítimo fazer” quanto à invasão russa da Ucrânia “a comunidade internacional fará”, salientando que há medidas que demoram tempo a aplicar, como as sanções.

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas em frente ao Palácio de Belém, em Lisboa, onde saudou as centenas de pessoas que hoje se concentraram ao final da tarde em solidariedade com o povo ucraniano.

“Eu não queria entrar em pormenores, mas como sabem tudo o que seja possível considerar para fazer repensar a posição de quem tomou a iniciativa de violar o direito internacional e de violar princípios fundamentais da convivência entre os povos, tudo o que for legítimo fazer, a comunidade internacional fará”, respondeu aos jornalistas.

O Presidente da República recordou que esta foi a posição “desde o início” do secretário-geral da ONU, António Guterres, “que foi muito forte, muito claro, muito determinado e representava não apenas a União Europeia nem os aliados, mas representava a maioria esmagadora dos estados do mundo que condenou” a invasão da Ucrânia feita pela Rússia.

Marcelo Rebelo de Sousa referiu que a solidariedade internacional com a Ucrânia “têm-se traduzido numa série de sanções e sanções muito duras”.

“E sabem como há preocupação, por um lado, de manter essa firmeza nas sanções e, por outro lado, de ir ajudando – no quadro em que se move a União Europeia, os povos da União Europeia, ajudando em tantos domínios e os governos dos vários países estão a tratar disso – o povo ucraniano”, afirmou.

De acordo com o chefe de Estado português, “a comunidade internacional está a agir, como tem sido público e notório”.

Sem comentários

deixar um comentário