16 Setembro 2021, 20:13

UGT volta a adiar o congresso devido à pandemia, agora para abril 2022

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Lisboa, 17 jun 2021 (Lusa) – A UGT adiou de novo o seu próximo congresso devido à pandemia de covid-19, por temer que em novembro ainda não seja seguro juntar centenas de delegados, e marcou a reunião magna para abril de 2022, disse fonte sindical.


O XIV congresso da UGT estava previsto para novembro, em Lisboa, depois de um primeiro adiamento, pois a reunião deveria ter-se realizado em março ou abril deste ano.


Um dos dirigentes da UGT disse à agência Lusa que o Secretariado Nacional da central decidiu o novo adiamento, na sua reunião de 28 de maio, por recear que em novembro ainda não seja seguro fazer um congresso com cerca de mil pessoas, devido à covid-19.


O XIII congresso da UGT, realizou-se no Porto, em 25 e 26 março de 2017 e reelegeu Carlos Silva para secretário-geral.


Carlos Silva completou em abril oito anos enquanto secretário-geral da UGT e reafirmou à Lusa, nessa altura, que deixará a liderança da central no seu próximo congresso.


Eleito no XII congresso da UGT, que se realizou em Lisboa, nos dias 20 e 21 de abril de 2013, Carlos Silva sucedeu a João Proença, que liderou a central sindical durante 18 anos.


Por enquanto, só o líder da Federação dos sindicatos da Administração Pública (FESAP), José Abraão, manifestou disponibilidade para se candidatar a secretário-geral da UGT.


O secretário-geral da UGT é eleito em lista uninominal pelo congresso, sendo as candidaturas propostas no mínimo por 20% dos delegados ou pelo secretariado nacional cessante.


Os estatutos da UGT determinam a limitação de mandatos para o presidente, o secretário-geral e os secretários-gerais adjuntos, que não podem ser eleitos mais de duas vezes consecutivas.


Mas o congresso pode autorizar, por maioria de dois terços, mais um mandato ao secretário-geral.



RRA // CSJ


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