15 Maio 2022, 07:45

Wall Street segue em queda mas Twitter sobe perto de 4%

LUSA Autor
Agência de notícias de Portugal

Nova Iorque, 25 abr 2022 (Lusa) – A bolsa de Nova Iorque iniciou hoje a sessão em baixa devido a receios associados aos efeitos económicos dos confinamentos na China, mas as ações do Twitter sobem quase 4%.


Às 15:00 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones descia 1,21% para 33.400,53 pontos e o Nasdaq recuava 0,80% para 12.734,38 pontos.


O índice alargado S&P 500 perdia 0,80% e estava em 12.734,38 pontos.


Na passada sexta-feira, a bolsa de Nova Iorque teve a sua pior sessão desde finais de 2020 devido à preocupação com a próxima subida das taxas de juro, depois de a Reserva Federal (banco central) se ter mostrado disposta a adotar medidas mais duras para travar a inflação.


Segundo analistas, o mercado está agora a seguir a evolução dos casos de covid-19 na China, onde os números de mortes têm aumentado e as autoridades reforçam as medidas de confinamento em Xangai e preparam-se para fazer o mesmo em Pequim.


Os investidores continuam também atentos aos resultados trimestrais das grandes empresas cotadas, como a Coca-Cola, que subia 1,59% em bolsa depois de ter divulgado um aumento dos lucros.


As ações do Twitter subiam perto de 4% em Wall Street depois de vários ‘media’ norte-americanos indicarem que a rede social está prestes a aceitar a oferta de compra apresentada por Elon Musk.


Na passada quinta-feira, Musk, líder da Tesla, indicou que assegurou perto de 46,5 mil milhões de dólares (42,8 mil milhões de euros) para financiar a compra do Twitter e que tenta negociar um acordo para a aquisição.


Segundo várias fontes, citadas em particular pelo New York Times, Wall Street Journal e CNBC, o grupo poderá anunciar hoje desenvolvimentos sobre a sua aquisição.


Entre as 30 cotadas que integram o Dow Jones, destacavam-se as descidas da Verizon (-3,08%), da Chevron (-2,64%) e da Nike (-1,89%).


Nos outros mercados, o preço do barril de petróleo do Texas descia para 96,53 dólares e o rendimento das obrigações do Tesouro a 10 anos baixava para 2,78%.



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